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Reiki

Reiki, Meditação e Quiropraxia passam integrar procedimentos do SUS

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Reiki

Meditação, arteterapia e Reiki agora fazem parte dos procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A novidade foi publicada nesta sexta-feira (13) no Diário Oficial da União.

A portaria do Ministério da Saúde também inclui musicoterapia, arteterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático e tratamento quiroprático. Todas essas práticas integrativas passam agora a fazer parte da Tabela de Procedimentos do SUS na categoria de “ações de promoção e prevenção em saúde”.

O SUS já oferecia algumas opções de práticas integrativas como práticas corporais em medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular, ioga, oficina de massagem, auriculoterapia, massoterapia e tratamento termal. Esses procedimentos continuam disponíveis.

Entenda as novas práticas incluídas no SUS
  • Arteterapia: uso da arte como parte do processo terapêutico
  • Meditação: prática de concentração mental com o objetivo de harmonizar o estado de saúde
  • Musicoterapia: uso dos elementos da música – som, ritmo, melodia e harmonia – com propósito terapêutico
  • Tratamento naturopático: uso de recursos naturais para recuperação da saúde
  • Tratamento osteopático: terapia manual para problemas articulares e de tecidos
  • Tratamento quiroprático: prática de diagnóstico e terapia manipulativa contra problemas do sistema neuro-músculo-esquelético
  • Reiki: prática de imposição das mãos por meio de toque ou aproximação para estimular mecanismos naturais de recuperação da saúde

Fontes: G1

 


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antidepressivos

Dependentes de ansiolíticos – Os riscos do abuso desses medicamentos

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O consumo de medicamentos psiquiátricos aumenta apesar de as patologias mentais permanecerem estáveis.
A tristeza não é uma doença. Sentir dor pela morte de alguém querido não é patológico. Tremer quando se fala em público pela primeira vez, também não. A vida não pode ser tratada com comprimidos e, no entanto, recorremos cada vez mais a eles para combater o que não é mais do que o simples mal-estar de viver. Em vez de assumir as enormes nuvens que pairam pela manhã com um “bom dia tristeza”, corremos para um médico para que ele nos receite antidepressivos. E ao invés de encarar o chefe insuportável que nos importuna, corremos para um psiquiatra em busca de tranquilizantes.
 
Em 10 anos, houve na Espanha um aumento do consumo de medicamentos psiquiátricos que não tem justificativa. De fato, a maioria das patologias mentais de causa endógena tem uma incidência estável durante o tempo e similar em todos os tipos de sociedade. O que pode aumentar é a ocorrência de transtornos transitórios de caráter reativo, como a depressão causada por estresse, por exemplo. Mas nem isso explica o aumento de prescrições observado. Não existe lugar na Espanha, país alegre e ensolarado, onde seja possível haver, por mais que a crise aperte, tanta depressão como indicam as vendas de Prozac e de outros antidepressivos. Também não há explicação para a Espanha estar em segundo lugar nas estatísticas da OCDE sobre o consumo de tranquilizantes.
 
O que propiciou este salto tão espetacular do que poderíamos chamar de psiquiatria de complacência? A pressão da indústria farmacêutica, com sua estratégia de ganhar mercados às custas de criar novas síndromes, é apontada por muitos autores como o desencadeante da espiral de medicação. É mais barato e lucrativo criar novos mercados para velhos princípios ativos reciclados, como novos fármacos, do que encontrar novos tratamentos. Após alertar as pessoas por meio de publicação no British Medical Journal em 2002 (Selling sickness: the pharmaceutical industry and disease mongering), Ray Moynihan remexeu vários livros e pesquisas para encontrar os mecanismos que levaram a etiquetar como doenças processos que não são: desde a fobia social à síndrome das pernas inquietas. A psiquiatria infantil, com o espetacular aumento de diagnósticos de autismo e hiperatividade, mostrou ser um campo fértil.
 
A pressão da indústria farmacêutica é assinalada por muitos autores como o desencadeador da espiral da medicação.
 
Embora seja fácil colocar o rótulo de vilã na indústria farmacêutica, esse não é o único fator. E, em algumas ocasiões, nem sequer é o mais importante. De acordo com princípios populares de saúde, somos o que comemos, mas, antes de tudo, somos o que pensamos. Autores como Byung-Chul Han e Zygmunt Bauman nos dão, a partir da sociologia e da filosofia, chaves que ajudam a explicar melhor o fenômeno. Por um lado, como Han afirma em Die Müdigkeitsgesellschaft (“a sociedade do cansaço”), há consequências em deixar para trás a organização social disciplinar, na qual aquele que cumprir com seu dever pode viver satisfeito, para submergir à sociedade do rendimento, cujo paradigma é esse indivíduo exausto por uma competitividade autoimposta e sem limites que o obriga a estar sempre alerta e sempre em forma, e que percebe qualquer distração ou contratempo como uma ameaça para sua carreira.Caso fracasse, a culpa é totalmente do próprio ator.
 
Para Bauman, nestes tempos hipercompetitivos, aqueles que não seguem as tendências ficam excluídos, e isso gera muita angústia. As pessoas veem a vida como uma dança das cadeiras, na qual um momento de distração “pode comportar uma derrota irreversível”. Dessa forma, “incapazes de controlar a direção e a velocidade do carro que nos leva, nos dedicamos a apurar os sete sinais do câncer, os cinco sintomas da depressão, os fantasmas da hipertensão e do colesterol, e nos entregamos à compra compulsiva da saúde”.
 
Tudo isso, no marco de uma cultura que fomenta o consumismo e o individualismo hedonista, que produz indivíduos exigentes, impacientes e com pouca tolerância à frustração, dá suporte à advertência do diretor do projeto Los Fines de la Medicina, do Hastings Center, em Nova York, Daniel Callahan. Segundo ele, as pessoas esperam da medicina aquilo que esta não pode oferecer. Esses indivíduos são muito vulneráveis à publicidade, aberta ou disfarçada, que apresenta o recurso dos comprimidos como um elixir mágico que ajuda a construir uma bolha de felicidade, embora esta seja induzida pela química.
 
A maior parte dessa pressão se canaliza para a consulta do médico de cabeceira, que, muitas vezes, só tem o bloco de receitas para fazer frente a demandas tão peremptórias. Mas os remédios não são inócuos. Barbara Starfield, da Universidade John Hopkins, indicava, já em 2002, em To err is human que a iatrogenia dos tratamentos era a terceira maior causa de morte nos Estados Unidos. O problema é que, como aponta Enrique Gavilán, médico de família que averiguou os processos de medicação, se não houver um acompanhamento adequado, alguns destes fármacos podem causar dependência.
 
Nesse caso, temos uma nova forma de gerar viciados. Andreu Segura, especialista em saúde pública, lamenta que a sociedade não tenha consciência de que os remédios podem ajudar quando são necessários, mas que também têm efeitos adversos, que são os únicos resultados de seu consumo quando são receitados sem uma real justificativa. Mas, enquanto nos excedemos em prescrições para processos que não são patológicos, há, ao mesmo tempo, muitos doentes com verdadeiros problemas mentais que não são tratados. Para Antoni Bulbena, chefe do Departamento de Psiquiatria da UAB, esse é o grande e injusto paradoxo deste histórico. No final, uns sofrem por serem medicados demais e outros por serem medicados de menos.
Fonte: El País

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Parapsicologia INPP Nil Terapias

Curso de Parapsicologia e Terapias Holísticas do INPP

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Mais um Módulo do Curso de Parapsicologia e Terapias Holísticas do INPP concluído com muito aprendizado, muitas práticas e dinâmicas. Muito bom!

Nos sentimos muito felizes ao ver a satisfação no rosto de cada um de vocês que estão e permanecerão conosco durante este um ano. Agradecemos pelo entusiasmo de cada um ao participar das atividades práticas com zelo e descontração.

O Professor Rogélio consegue imprimir uma dinâmica fantástica durante toda a aula e possui uma didática que nos faz compreender o assunto de maneira simples e eficaz com maestria.

Obrigada a todos!!!!


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terapias_integrativas

Curitiba poderá ter terapias integrativas nas unidades de saúde

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Vereador apresenta na Câmara Municipal de Curitiba projeto de Lei Ordinária que dispõe sobre a criação de um programa de terapias integrativas nas unidades de saúde de Curitiba. Pela proposta, as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) vão usar os remédios alternativos previstos na Politica Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicas. O principal objetivo da proposta “é garantir o bem estar e a melhoria da qualidade de vida dos doentes”.

O Programa de Terapias Integrativas proposto visa levar até as unidades do SUS práticas que usam terapias naturais em suas diversas modalidades, como massagem, massoterapia, terapia floral, fitoterapia, acupuntura, quiropraxia, naturologia, bioterapia, bioenergética, psicanálise, cromoterapia, iridologia, alfaterapia, hipnose, aromaterapia, homeopatia, oligoterapia, reiki, shiatsu, do-in, arteterapia, psicanálise, ginástica terapêutica, terapias de respiração, terapia cristalina, medicina chinesa, Tai Chi Chuan, Lian Gong.

Terapias integrativas e benefícios

As terapias complementares vêm sendo legitimadas e institucionalizadas desde a década de 1980, quando começou também o processo de descentralização, participação popular e autonomia dos municípios nos tratamentos de saúde promovidos pelo SUS. As terapias integrativas e complementares são práticas comprovadamente eficazes no tratamento ou na complementação do tratamento de muitas doenças. “Bem como são de fundamental importância para a promoção da saúde, inserção social, redução do consumo de medicamentos, melhoria da autoestima e da qualidade de vida”, destacou o vereador.

A lei proposta pelo vereador prevê que as modalidades terapêuticas deverão ser adotadas por meio do Programa de Terapias Integrativas e Complementares. Elas devem, também, ser desenvolvidas por profissionais devidamente habilitados e inscritos nos respectivos órgãos de classe municipal, estadual ou federal. Caso o programa seja adotado, caberá à prefeitura expedir a licença ou alvará para os profissionais terapeutas naturistas, integrativos e complementares, qualificados, com habilitação fornecida por escola ou instituição e profissionais habilitados. O projeto permite a celebração de convênios com órgãos federais e estaduais, bem como com entidades representativas da área.

Fonte


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reportagem

Tratamento inédito usa hipnose para reduzir dor de pacientes com câncer

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Pacientes continuam tomando remédios e indo a consultas com especialistas.

Experimento é feito no maior hospital da rede pública do DF.

Um tratamento inédito em um hospital público de Brasília: hipnose para reduzir a dor de pacientes com câncer. Experimento é feito em uma pesquisa de doutorado, em um hospital público de Brasília.
Os estudos sobre uso da hipnose para aliviar dores começaram nos Estados Unidos ainda na década de 1950. Os médicos explicam que é possível, com a hipnose, acionar a produção de substâncias que o corpo produz naturalmente e que tem uma ação analgésica, diminuem a dor.
A cabeleireira Anídia Santos passou por duas cirurgias para retirar o câncer: uma no estômago e outra nos ovários. Agora ela luta contra as dores do tratamento. E encontrou na hipnose um alívio. “Já me arrumo, vou para a igreja. Já cuido da casa, dos meus filhos. Totalmente diferente. Não estou mais com dor”, afirma.
Antes ela não fazia ideia do que é ser hipnotizada. Os pacientes deitam na maca ouvindo uma música de fundo e a voz suave do hipnólogo, que faz com que eles se concentrem e fiquem em um estado de semi consciência.
“É o estado onde o paciente está mais suscetível às mudanças. Então ele consegue alterar os sintomas e manter quando consciente essa alteração. Por isso a gente trabalha dentro desse estado”, diz o hipnólogo Gil Montenegro.

O atendimento é feito no maior hospital da rede pública do Distrito Federal. Mas não é oferecido pelo SUS. Faz parte de uma tese de doutorado sobre os efeitos da hipnose no tratamento das dores, da ansiedade e depressão em pacientes com câncer.
A hipnose é complementar ao tratamento do câncer. Os pacientes têm que continuar tomando os remédios e indo às consultas com os especialistas. “Os pacientes têm relatado melhora nos sintomas, principalmente no sintoma dor e principalmente a curto prazo. Então a gente tem tido retorno positivo desses pacientes”, afirma a médica Patrícia Ribeiro.

As sessões de hipnose duram 30 minutos. O seu Francisco teve que tirar parte da laringe por causa do câncer. Ele não pode falar. Mas quando termina a sessão, mostra que está satisfeito com os resultados.
Já existem estudos também para uso da hipnose como uma forma de ajudar a combater dores crônicas, enxaquecas e até dores de dente.

Fonte: Globo.com


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